Como nunca puderam supor
As almas se abrem e se fundem.
Sejam corpos, sejam vidas,
Unidos convergem em um caminho,
O sorriso puro de uma criança.
Os sonhos conversam, unem-se,
Sejam em planos ou suspiros,
Neste chão ou céu,
Propósito, silêncio, devoção.
De mãos dadas podemos vê-la
Tão pequenina, serena.
Nossa.
Pequeno passarinho
A voar livre em nosso amor,
Presente em nossos braços,
Quem sabe onde mais?
As almas se abrem e se fundem,
Conectam-se no infinito,
Estrelas herdadas, planetas unidos em trino,
A lua exaltada, a vênus em seu lar.
Seu percurso exaltado, palavras de ar,
Como seu rosto, coberto por constelações,
Pequeninos olhos de mar, beijada pelo fogo,
Amada como nunca puderam supor.


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